Um alimento diet foi especialmente formulado para
grupos da população que apresentam condições fisiológicas específicas. Como,
por exemplo, geleia sem açúcar para dietas com restrição de açúcar para indivíduos
diabéticos.
São feitas modificações no
conteúdo de nutrientes adequando-o a dietas de indivíduos que pertençam a esses
grupos da população. Dessa forma irão apresentar na sua composição quantidades
insignificantes ou serão totalmente isentos de algum nutriente.
Para retirar algum nutriente
como açúcar, por exemplo, pode ser necessário o acréscimo de outros nutrientes,
o que pode tornar um alimento diet
mais calórico que um “não diet”.
Um alimento light apresenta quantidade de algum
nutriente ou do valor energético reduzida quando comparado ao mesmo alimento convencional,
ou seja “não light”.
Estão definidos em legislações
brasileiras os teores de cada nutriente e ou valor energético para que o
alimento seja considerado light. Por
exemplo, iogurte com redução de 30% de gordura é considerado light.
Um alimento “zero” tem isenção
da quantidade de algum nutriente em relação ao produto original, o que também
pode reduzir seu conteúdo calórico. Tendo a mesma indicação dos produtos light. E ainda se essa isenção for
completa de algum nutriente restrito para um grupo especial da população, passa
a ser considerado um produto diet.
O importante é estar sempre
atento ao rótulo do alimento para entender qual a sua composição nutricional e
saber que alimentos diet, light e zero podem estar presentes em
uma alimentação, mas a sua utilização por si só, não garante uma alimentação
saudável e nem tão pouco emagrecimento.
